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17.12.10
16.7.10
14.4.10
12.12.09
25 anos de PowerPoint por Max Atkinson

Se você trabalhou em um escritório no mundo ocidental nos últimos 25 anos, provavelmente deve ter se sentado ao menos uma vez para ver uma apresentação em PowerPoint. Mas é incrível que após 25 anos, isso ainda pode ser tão chato.
Onde moram os problemas? Porque o PowerPoint ainda é tão mal utilizado?
Max Atkinson, autor do livro "Speech-making & Presentation Made Easy" e um dos maiores críticos do programa, escreveu um artigo sobre os 25 anos do PowerPoint no BBC News em agosto desse ano. Acho que vale aqui levantar alguns pontos deixados por ele.
"Nos últimos 25 anos, perguntei a centenas de pessoas quantas apresentações de PowerPoint elas viram que trouxeram algo realmente inspirador e entusiasta. A maioria luta para chegar a um único exemplo e as mais otimistas respostas que eu ouvi foram: "duas".
"Quanto menos e mais simples os slides são, mais fácil será para manter a plateia atenta."
"Se há somente texto na tela, as pessoas vão tentar ler e ouvir ao mesmo tempo - e não vão conseguir fazer nem um nem o outro muito bem."
"Se a fonte é muito pequena pra ler, a plateia vai se irritar tentando ler. Também não ajuda nada quando o palestrante diz: 'Como vocês podem ver' ou 'vocês provavelmente não vão conseguir ler este'.
"Projetar um slide após o outro pode até fazer com que pareça que você preparou a apresentação. Mas se você não tiver planejado de verdade o que vai dizer, vai ter que improvisar e isso pode fazer sua plateia desligar. Evitar isso exige um planejamento cuidadoso. Faça isso antes de pensar em slides e você não vai precisar muitos deles - e os que você decidir usar vão ter a função de te ajudar a esclarecer as coisas para o público, ao invés de apenas recordar o que você vai dizer em seguida."
"Bullet points podem parecer uma ajuda visual interessante para a maioria, mas falar e ouvir são fundamentalmente diferentes de escrita e leitura."
"O problema é que o PowerPoint torna tão fácil colocar textos e informações numéricas em slides que conduz os apresentadores na crença equivocada de que todos os detalhes serão transmitidos com sucesso através do ar no cérebro da plateia."
"Um executivo da Microsoft afirmou recentemente que as melhores apresentações de PowerPoint que ele tinha visto não tinham nenhum bullet point."
"O que me surpreende é que o modelo padrão convida os usuários a elaborar listas de bullet points, quando os principais benefícios do programa encontra-se na criação de imagens."
Leia a entrevista inteira aqui.
29.10.09
Google is watching you
Apesar de ser de julho de 2007, essa apresentação ainda continua atual e inovadora, assim como o Google, of course.
2.10.09
Fazer apresentação não é uma coisa muito chata?
Muitas vezes as pessoas me perguntam se fazer apresentação não é uma coisa muito chata...
Que apresentação dá trabalho, isso não há duvidas. E esse trabalho talvez se torne mais "chato" ainda, porque geralmente as pessoas se deparam com situações muito diversas e complicadas para a grande maioria: pegar aquele mundo de conteúdo, planejar o que você vai dizer, criar um roteiro (quando se faz isso), dar uma cara "visual" para esse conteúdo, animar e o pior, mostrar o seu trabalho e ficar exposto a críticas arrepiantes, que podem comprometer o seu pescoço.
Pô, você precisa aí de pelo menos cinco profissionais diferentes para fazer esse trabalho e geralmente, você tem que fazer sozinho. E pra melhorar, ou você é um bom planejador, ou um bom roteirista, ou um bom designer, ou um bom animador ou um bom palestrante. Profissionais completos, que gostam de todas as etapas são muito difíceis de achar.
Agora vamos para o caminho inverso: Se um profissional adora planejar, escrever, fazer direção de arte, animar e falar em público, ele não se contenta em fazer uma só dessas coisas, entende? Então a apresentação se torna a mídia mais legal para ele trabalhar. Não estou dizendo que todos os profissionais que trabalham com apresentações são experts em tudo isso, mas estou dizendo que essa é uma mídia que dá essa possibilidade, como poucas outras existem. É por isso que ela se assemelha tanto com o cinema e com o documentário. Assistir uma apresentação é quase que assistir um filme (ou pelo menos deveria ser), com a diferença que o ator principal está ali, na sua frente, interagindo ao vivo com a plateia.
Então, quando me perguntam: fazer apresentação não é uma coisa muito chata? A minha resposta é sempre: depende, como eu sou uma profissional desse tipo aí, que não se contenta em fazer uma coisa só do processo, fazer apresentação é uma delícia, me desafia porque posso usar todas as minhas habilidades juntas. Afinal, tudo nessa vida depende do ponto de vista...
Que apresentação dá trabalho, isso não há duvidas. E esse trabalho talvez se torne mais "chato" ainda, porque geralmente as pessoas se deparam com situações muito diversas e complicadas para a grande maioria: pegar aquele mundo de conteúdo, planejar o que você vai dizer, criar um roteiro (quando se faz isso), dar uma cara "visual" para esse conteúdo, animar e o pior, mostrar o seu trabalho e ficar exposto a críticas arrepiantes, que podem comprometer o seu pescoço.
Pô, você precisa aí de pelo menos cinco profissionais diferentes para fazer esse trabalho e geralmente, você tem que fazer sozinho. E pra melhorar, ou você é um bom planejador, ou um bom roteirista, ou um bom designer, ou um bom animador ou um bom palestrante. Profissionais completos, que gostam de todas as etapas são muito difíceis de achar.
Agora vamos para o caminho inverso: Se um profissional adora planejar, escrever, fazer direção de arte, animar e falar em público, ele não se contenta em fazer uma só dessas coisas, entende? Então a apresentação se torna a mídia mais legal para ele trabalhar. Não estou dizendo que todos os profissionais que trabalham com apresentações são experts em tudo isso, mas estou dizendo que essa é uma mídia que dá essa possibilidade, como poucas outras existem. É por isso que ela se assemelha tanto com o cinema e com o documentário. Assistir uma apresentação é quase que assistir um filme (ou pelo menos deveria ser), com a diferença que o ator principal está ali, na sua frente, interagindo ao vivo com a plateia.
Então, quando me perguntam: fazer apresentação não é uma coisa muito chata? A minha resposta é sempre: depende, como eu sou uma profissional desse tipo aí, que não se contenta em fazer uma coisa só do processo, fazer apresentação é uma delícia, me desafia porque posso usar todas as minhas habilidades juntas. Afinal, tudo nessa vida depende do ponto de vista...
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8.9.09
Naturalidade: encha e depois, esvazie.
Ser natural exige segurança e para se sentir mais seguro, é importante se preparar.
Steve Jobs é sempre muito elogiado por sua performance ao subir no palco. O comentário mais usual para suas apresentações é: "nossa, parece tão fácil pra ele." Mas essa facilidade só é conseguida com muito treino e experiência.
Após praticar, ler, reler, se apresentar em frente ao espelho e/ou para outras pessoas, é preciso esquecer tudo e deixar correr naturalmente.
No vestibular, a orientação é sempre que não se estude no dia da prova para que a mente fique limpa e as matérias venham. Em apresentações, a técnica é a mesma. Ao subir no palco, a mente deve estar livre de pensamentos, de pré-julgamentos voltados para o sucesso ou derrota. Se deu tempo de se preparar, ótimo, você está seguro. Se não deu tempo, as suas anotações ou slides vão ajudar a lembrar o conteúdo e você terá que contar com a sua experiência. O pensamento deve ser: "vai dar tudo certo" e deixar a coisas acontecerem. Esse estado é muito importante para passar naturalidade.
Ao se deparar com seu público, grande ou pequeno, é importante estar sempre sorrindo, sentir as pessoas, responder às expectativas de humano para humano.
Uma dica interessante: ao se apresentar para uma pessoa muito importante, como por exemplo o "presidente da empresa", pense que ele também tem família, filhos, cachorro, ou seja, ele não é um Deus; é apenas um cara que batalhou muito e chegou onde chegou. Isso tira o peso que muitas vezes deixa o apresentador em desespero.
Steve Jobs é sempre muito elogiado por sua performance ao subir no palco. O comentário mais usual para suas apresentações é: "nossa, parece tão fácil pra ele." Mas essa facilidade só é conseguida com muito treino e experiência.
Após praticar, ler, reler, se apresentar em frente ao espelho e/ou para outras pessoas, é preciso esquecer tudo e deixar correr naturalmente.
No vestibular, a orientação é sempre que não se estude no dia da prova para que a mente fique limpa e as matérias venham. Em apresentações, a técnica é a mesma. Ao subir no palco, a mente deve estar livre de pensamentos, de pré-julgamentos voltados para o sucesso ou derrota. Se deu tempo de se preparar, ótimo, você está seguro. Se não deu tempo, as suas anotações ou slides vão ajudar a lembrar o conteúdo e você terá que contar com a sua experiência. O pensamento deve ser: "vai dar tudo certo" e deixar a coisas acontecerem. Esse estado é muito importante para passar naturalidade.
Ao se deparar com seu público, grande ou pequeno, é importante estar sempre sorrindo, sentir as pessoas, responder às expectativas de humano para humano.
Uma dica interessante: ao se apresentar para uma pessoa muito importante, como por exemplo o "presidente da empresa", pense que ele também tem família, filhos, cachorro, ou seja, ele não é um Deus; é apenas um cara que batalhou muito e chegou onde chegou. Isso tira o peso que muitas vezes deixa o apresentador em desespero.
8.6.09
Dicas para entender seu público-alvo
Então, você criou a apresentação perfeita, sua mídia está redondinha, treinou a dicção, a pronúncia, a postura, já está com tudo na ponta da lingua. Tudo pronto? Não. Se você não tomou o cuidado de entender o seu público-alvo, na verdade você ainda nem começou.
Você já foi dar uma palestra e de repente se deparou com um público um pouco diferente do que você estava esperando encontrar? Mesmo que você seja o Rei do Improviso, as chances das coisas darem errado são muito grandes.
Conhecer seu público vai fazer uma grande diferença. Não acredita? Se a função de uma apresentação é vender uma idéia, como você vai saber se o seu público já não está careca de ouvir o que você vai dizer?
Abaixo, algumas questões que irão te ajudar a evitar apuros e se aproximar do público-alvo:
Quem são e quantos são?
Estas duas perguntinhas te ajudam a adaptar sua apresentação à sua audiência. Existe uma grande diferença entre falar com um público de 20 e um de 150 pessoas. Vamos supor que você vai dar uma palestra na ESPM para 150 estudantes. Quanta informação você já pode saber com esses dois fatos simples?
O que eles sabem?
Para evitar surpresas ou um conteúdo monótono, é importante você saber o que o seu público já conhece. Eles são especialistas ou aprendizes? O assunto que você vai tratar já faz parte do cotidiano deles ou é algo totalmente novo? Essas são informações que vão fazer toda a diferença para personalizar a sua apresentação.
O que a sua audiência está buscando?
Existe uma razão para o seu público-alvo estar ali reunido para te ouvir por 40, 60 minutos. O que ele está buscando? A sua apresentação está atendendo a essa expectativa? Apresentações são uma via de duas mãos: Você precisa vender a sua idéia, mas também precisa dar o que seu público procura.
Conheça o ambiente
Chegue mais cedo no local em que vai dar a palestra, converse com as pessoas, veja se há outros palestrantes que já se apresentaram e converse com eles, se misture, conheça o palco, os equipamentos, veja as possibilidades de locomoção, entenda o clima. Isso acalma os nervos e faz com que você se familiarize com o ambiente.
Você já foi dar uma palestra e de repente se deparou com um público um pouco diferente do que você estava esperando encontrar? Mesmo que você seja o Rei do Improviso, as chances das coisas darem errado são muito grandes.
Conhecer seu público vai fazer uma grande diferença. Não acredita? Se a função de uma apresentação é vender uma idéia, como você vai saber se o seu público já não está careca de ouvir o que você vai dizer?
Abaixo, algumas questões que irão te ajudar a evitar apuros e se aproximar do público-alvo:
Quem são e quantos são?
Estas duas perguntinhas te ajudam a adaptar sua apresentação à sua audiência. Existe uma grande diferença entre falar com um público de 20 e um de 150 pessoas. Vamos supor que você vai dar uma palestra na ESPM para 150 estudantes. Quanta informação você já pode saber com esses dois fatos simples?
O que eles sabem?
Para evitar surpresas ou um conteúdo monótono, é importante você saber o que o seu público já conhece. Eles são especialistas ou aprendizes? O assunto que você vai tratar já faz parte do cotidiano deles ou é algo totalmente novo? Essas são informações que vão fazer toda a diferença para personalizar a sua apresentação.
O que a sua audiência está buscando?
Existe uma razão para o seu público-alvo estar ali reunido para te ouvir por 40, 60 minutos. O que ele está buscando? A sua apresentação está atendendo a essa expectativa? Apresentações são uma via de duas mãos: Você precisa vender a sua idéia, mas também precisa dar o que seu público procura.
Conheça o ambiente
Chegue mais cedo no local em que vai dar a palestra, converse com as pessoas, veja se há outros palestrantes que já se apresentaram e converse com eles, se misture, conheça o palco, os equipamentos, veja as possibilidades de locomoção, entenda o clima. Isso acalma os nervos e faz com que você se familiarize com o ambiente.
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5.6.09
Primeiro Curso de Design de Apresentação
Você gostaria de aprender mais sobre design de apresentações? A Casper abriu inscrição para apenas 25 vagas. O curso terá duração de uma semana e acontecerá no entre os dias 27 e 31 de julho.
A idéia é que você fique apto a montar uma apresentação do início ao fim. No curso, você aprenderá desde os princípios básicos da confecção de um slide até técnicas para se portar melhor e com mais eficácia em frente a sua audiência.
Quem será a palestrante? Euzinha mesmo.
Se quiser saber mais ou se inscrever, entre aqui.. Se tiver dúvidas em relação ao curso, você pode me enviar um e-mail no joybaena@gmail.com.
A idéia é que você fique apto a montar uma apresentação do início ao fim. No curso, você aprenderá desde os princípios básicos da confecção de um slide até técnicas para se portar melhor e com mais eficácia em frente a sua audiência.
Quem será a palestrante? Euzinha mesmo.
Se quiser saber mais ou se inscrever, entre aqui.. Se tiver dúvidas em relação ao curso, você pode me enviar um e-mail no joybaena@gmail.com.
2.6.09
29.5.09
Use o twitter em suas apresentações. Em tempo real!
O Twitter está realmente se profissionalizando. Agora você já tem a possibilidade de usá-lo em tempo real dentro das suas apresentações.
Por exemplo, você pode exibir os tweets diretamente nos seus slides, durante a apresentação, mantendo o bloqueio para informações inadequadas.
Bacana? Você também pode convidar pessoas para um breve comentário e além disso, fazer perguntas de múltipla-escolha e ver o gráfico evoluindo com as votações em tempo real. Não é demais?
Isso que é integração com a platéia. Clique aqui e descubra mais.
Post válido para apresentações em PowerPoint.
Por exemplo, você pode exibir os tweets diretamente nos seus slides, durante a apresentação, mantendo o bloqueio para informações inadequadas.
Bacana? Você também pode convidar pessoas para um breve comentário e além disso, fazer perguntas de múltipla-escolha e ver o gráfico evoluindo com as votações em tempo real. Não é demais?
Isso que é integração com a platéia. Clique aqui e descubra mais.
Post válido para apresentações em PowerPoint.
22.5.09
Chega mais perto
Uma das coisas mais importantes que aprendi no curso do Polito, é que para fazer uma boa apresentação, você precisa trazer o assunto para dentro de você e para a vida da sua audiência.
Afinal, o que é uma apresentação? Não é nada mais do que uma mistura de textos e imagens, só que com uma problemática maior: tem que conquistar a audiência a cada 20 segundos!(tempo que geralmente se perde o foco. socorro!) E tem mais, o que está em jogo é a sua própria reputação. Se você fizer algo mal feito ou que não funcione, você está perdido. Sua venda, seu nome, muitas vezes até o seu emprego fica por um fio.
Diante disso você só tem um caminho: faça bem feito, seja legal, atraente, tenha um conteúdo interessante, leia e o mais importante: se prepare! Você não precisa ser genial, mas tem que demonstrar que o conhecimento sobre o que está falando, está saindo de dentro de você e uma maneira sensacional de fazer isso, é trazer o conhecimento para o cotidiano.
Hoje, fuçando na internet, achei uma palestra do Luli Hadfahrer, phd em comunicação pela ECA-USP e professor há 15 anos. Ele já trabalhou para diversas agências e foi responsável, entre outros trabalhos, por projetos de conteúdo e design digital no Brasil e em vários países do mundo. Eu gosto muito de visitar o blog dele (inclusive tem um link aqui no meu), sempre tem dicas legais que ajudam a perceber o design de outra maneira e vários outros assuntos em pauta. Enfim, ele é um ótimo palestrante, com conteúdo genial e fala com tanta naturalidade que parece tudo muito fácil. Mas o que dá pra perceber claramente é que, apesar de ele falar de inovação, de tecnologia, ou seja, de coisas externas, ele traz tudo isso para dentro do cotidiano da audiência. Isso é absolutamente fundamental! Você não pode estar distante do seu assunto e nem do seu público. Tem que estar próximo.
A maioria dos gurus de apresentação fala que devemos transformar nossa apresentação em uma história. É disso que estou falando. Você não precisa inventar nada, não precisa contar uma historinha. Quanto fala-se em contar uma história, é na verdade, trazer o assunto para perto do seu público. Se vai falar do início do mundo, mostre como isso afeta as pessoas hoje. Se vai falar sobre a WEB 2.0, dê exemplos reais do que isso vai gerar para cada uma das pessoas sentadas na platéia.
Se tiver um tempo, assista a palestra do Luli. Você vai ver que é uma fórmula fantástica pra conquistar a audiência.
bjs e bom fim de semana.
Afinal, o que é uma apresentação? Não é nada mais do que uma mistura de textos e imagens, só que com uma problemática maior: tem que conquistar a audiência a cada 20 segundos!(tempo que geralmente se perde o foco. socorro!) E tem mais, o que está em jogo é a sua própria reputação. Se você fizer algo mal feito ou que não funcione, você está perdido. Sua venda, seu nome, muitas vezes até o seu emprego fica por um fio.
Diante disso você só tem um caminho: faça bem feito, seja legal, atraente, tenha um conteúdo interessante, leia e o mais importante: se prepare! Você não precisa ser genial, mas tem que demonstrar que o conhecimento sobre o que está falando, está saindo de dentro de você e uma maneira sensacional de fazer isso, é trazer o conhecimento para o cotidiano.
Hoje, fuçando na internet, achei uma palestra do Luli Hadfahrer, phd em comunicação pela ECA-USP e professor há 15 anos. Ele já trabalhou para diversas agências e foi responsável, entre outros trabalhos, por projetos de conteúdo e design digital no Brasil e em vários países do mundo. Eu gosto muito de visitar o blog dele (inclusive tem um link aqui no meu), sempre tem dicas legais que ajudam a perceber o design de outra maneira e vários outros assuntos em pauta. Enfim, ele é um ótimo palestrante, com conteúdo genial e fala com tanta naturalidade que parece tudo muito fácil. Mas o que dá pra perceber claramente é que, apesar de ele falar de inovação, de tecnologia, ou seja, de coisas externas, ele traz tudo isso para dentro do cotidiano da audiência. Isso é absolutamente fundamental! Você não pode estar distante do seu assunto e nem do seu público. Tem que estar próximo.
A maioria dos gurus de apresentação fala que devemos transformar nossa apresentação em uma história. É disso que estou falando. Você não precisa inventar nada, não precisa contar uma historinha. Quanto fala-se em contar uma história, é na verdade, trazer o assunto para perto do seu público. Se vai falar do início do mundo, mostre como isso afeta as pessoas hoje. Se vai falar sobre a WEB 2.0, dê exemplos reais do que isso vai gerar para cada uma das pessoas sentadas na platéia.
Se tiver um tempo, assista a palestra do Luli. Você vai ver que é uma fórmula fantástica pra conquistar a audiência.
bjs e bom fim de semana.
1.5.09
10-20-30 Regra básica e antiga mas tem muita gente que não conhece (ou pelo menos não usa)
A pior maneira de começar uma palestra é o palestrante avisar que a apresentação tem uns 50 slides e que ele precisa que alguém avise quando acabar o tempo. O que é que se passa pela sua cabeça ao ouvir esse tipo de comentário?
Guy Kawazaki, para quem não sabe, é autor de diversos livros sobre apresentações e já trabalhou como engenheiro da Apple. Muitos blogs falam sobre ele e se você fizer uma busca, vai encontrar suas dicas por aí. Ele criou uma regrinha que se chama 10-20-30, que tem como objetivo simplificar a sua vida e de quem estará assistindo a sua palestra.
Com tanta comunicação bombardeando nossas vidas, quanto mais simples, mais eficaz. Essa regra vale também para apresentações.
a) 10
Dez é o número máximo de slides que sua apresentação pode ter.
É difícil um ser humano normal reter mais que isso com eficácia. Seus ouvintes, seu chefe, sua equipe, seus alunos, todo mundo é normal - presumivelmente. E eles não conseguem mesmo reter um amontoado de informações.
Dez slides, no máximo, é um bom número.
b) 20
Vinte minutos é o tempo ideal para sua apresentação.
Mais do que isso e a atenção das pessoas começa a dispersar. Ou então o sono bate.
Se durar mais do que vinte minutos sugiro fazer uma atividade que divida um bloco de apresentação do próximo. Perguntas para a platéia responder, uma tarefa em grupo de três minutos. Algo que quebre a monotonia.
c) 30
Trinta é o tamanho das letras (fontes) usadas na apresentação.
Via de regra, usamos tamanho 10 de fonte.
Resultado: além da segunda fileira ninguém enxerga nada. Ou espreme os olhos para entender o que tem ali. Ele não enxerga e logo perde o interesse!
O mesmo vale para gráficos: cuidado com imagens e tabelas muito significativas para você, mas incompreensíveis para a maioria.
Simplifique-os e deixe bem claros. A platéia não deve levar mais do que cinco segundos para interpretar um gráfico.
É claro que a fonte 30 é uma sugestão "genérica". A mensagem aqui é: use material visual que fique otimizado para todos os que vão assistir a apresentação, e não somente para a tela do seu computador!!
Outra vantagem das fontes maiores é que isso impede que você escreva muito no slide. Na verdade, essa é a intenção!! Você deverá então exercitar a arte de ser mais conciso e objetivo!!
Guy Kawazaki, para quem não sabe, é autor de diversos livros sobre apresentações e já trabalhou como engenheiro da Apple. Muitos blogs falam sobre ele e se você fizer uma busca, vai encontrar suas dicas por aí. Ele criou uma regrinha que se chama 10-20-30, que tem como objetivo simplificar a sua vida e de quem estará assistindo a sua palestra.
Com tanta comunicação bombardeando nossas vidas, quanto mais simples, mais eficaz. Essa regra vale também para apresentações.
a) 10
Dez é o número máximo de slides que sua apresentação pode ter.
É difícil um ser humano normal reter mais que isso com eficácia. Seus ouvintes, seu chefe, sua equipe, seus alunos, todo mundo é normal - presumivelmente. E eles não conseguem mesmo reter um amontoado de informações.
Dez slides, no máximo, é um bom número.
b) 20
Vinte minutos é o tempo ideal para sua apresentação.
Mais do que isso e a atenção das pessoas começa a dispersar. Ou então o sono bate.
Se durar mais do que vinte minutos sugiro fazer uma atividade que divida um bloco de apresentação do próximo. Perguntas para a platéia responder, uma tarefa em grupo de três minutos. Algo que quebre a monotonia.
c) 30
Trinta é o tamanho das letras (fontes) usadas na apresentação.
Via de regra, usamos tamanho 10 de fonte.
Resultado: além da segunda fileira ninguém enxerga nada. Ou espreme os olhos para entender o que tem ali. Ele não enxerga e logo perde o interesse!
O mesmo vale para gráficos: cuidado com imagens e tabelas muito significativas para você, mas incompreensíveis para a maioria.
Simplifique-os e deixe bem claros. A platéia não deve levar mais do que cinco segundos para interpretar um gráfico.
É claro que a fonte 30 é uma sugestão "genérica". A mensagem aqui é: use material visual que fique otimizado para todos os que vão assistir a apresentação, e não somente para a tela do seu computador!!
Outra vantagem das fontes maiores é que isso impede que você escreva muito no slide. Na verdade, essa é a intenção!! Você deverá então exercitar a arte de ser mais conciso e objetivo!!
21.4.09
Festival que virou Apresentação que virou Festival
Um certo dia, meu grande amigo Cláudio Venâncio, naquele momento VP de Mídia da Fischer América, me pediu uma apresentação que venderia o FUC, Festival Universitário de Comunicação, evento que ele criou e lançou no Brasil em 2008. Chamei então o Rafael Camilo pra me ajudar nesse projeto e criamos a apresentação para vender o FUC. O Cláudio gostou tanto do visual que pediu os direitos para utilizá-lo em todo o evento. O que era uma simples apresentação de vendas, virou poster, site, banner...
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